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O [Libertino] Cativo

li.ber.ti.no
adj (lat libertinu)
Desregrado nos costumes, dissoluto, licencioso, lascivo. Homem devasso, libidinoso, sensual, depravado.
Manifesto Libertino - Eu sou [Libertino]

Sábado, 4 de Julho de 2009

Siga a luz!

Um olhar, uma dúvida, uma coragem, uma caminhada.
Uma pergunta, uma conversa, um toque, uma audácia! Um suspirro, uma lucidez.
Uma ânsia, um pedido, um aceite.

Longa estrada, longo caminho...

Uma entrada, um elevador, uma escada, uma porta.

Grande mesa, grande chão, grande nada, cheira pele, abrem os lábios. Pingam os lábios.

Um sapato, uma calça, uma camisa. Uma janela, uma luz. Siga a luz!

Agora vejo um céu... Ou um ansioso inferno.

Lateja e preenche, esquece e enlouquece. Siga a luz!

Anjos existem, mas cuidado com eles. Eles podem te matar... rs.! (de alguma forma)

Domingo, 5 de Abril de 2009

Já pensou em bater na bunda da sua secretária ?

Se você já teve um leve delírio de lascar um belo tapa na bunda gostosa de sua secretária, veja esse filme, ele será no mínimo educativo. rs..rs...rs...

Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Eu gozei por te ouvir...


"É fato! Tenho necessidade em te ligar todo dia. Chego em casa, todo banho, me deito e fico a lembrar do dia anterior, fico ansiosa esperando dá a hora de te ligar. Sei que você chega as oito, mas queria que chegasse as cinco, as seis, o quanto antes. Não sei o que está havendo comigo, mas vejo o dia escurecer e já me dá vontade de ir pra casa. Digo não aos meus amigos, não marco mais nada depois das 8. É sério, estou começando a ficar preocupada, estou presa a ti por vontade própria, rs.

Na última noite, minha sobrinha entrou no quarto depois de te ligar. Perguntou porque eu estava tão suada. Não me contive e comecei a ri da cena. O fato é, me pego durante o dia pensando em ti, no supermercado comprando frutas me pergunto se você gosta de comer essa ou aquela, (a fruta! rs), no carro conversando com minha mãe, eu penso ti. Não sei se minha loirice está te ajudando, mas me perco nas frases lembrando disso ou aquilo que você falou, e só volto quando a pessoa do lado me pergunta em que planeta eu estava.

Mas enfim, preciso te contar uma coisa (mais uma), como não posso te ter toda hora que quero, gravei tua voz. Sim, eu sei, deve ser loucura, mas gravei. O problema é que isso piorou a situação. Depois de ficar parada uns vinte minutos no trânsito de volta pra casa, resolvi te ouvir. Pra quê eu fiz isso ?! Quando vi, eu já estava com as mãos dentro da saia gemendo feito louca dentro do carro ouvindo Adriana Calcanhoto, rs...

Eu já passei dos trinta, mas nunca um homem tinha me feito de gato e sapato desse jeito. Bom, eu só queria te dizer isso e que..."

Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

Voltando de viagem


Espere querida, já estou virando a esquina, calma, é só mais um quarteirão. Sim, estou chegando... Sim, estou mais perto do que você pensa. Cheguei, já estou entrando... Pronto, encontrei você.

Minha mulher, minha quase esposa, minha amante de sempre. Você me aguardava nua, dengosa, sexy, totalmente ao meu dispor. Fizemos algo que particularmente eu não fazia há muito tempo. De tantos amores que fizemos, hoje trepamos, trepamos mesmo. Peguei-lhe pelos "quartos" e lhe empurrei na cabeceira, meu membro encontrou seu corpo, que se abriu ansioso, fizemos, fizemos como animais no cio. Meti em ti, como se mete numa égua, sua bunda sacudia no meu corpo e me fazia perder a respiração de tanta vontade de te meter mais ainda. Sim, viajei, estivemos fora, fora daquele quarto, fora de tudo aquilo, daquele mundo. Só havia os sons dos seus gemidos, dos líquidos fluindo entre nossas genitálias. O cheiro da tinta do quarto, já não existia mais, só o calor dos nossos corpos suados de sexo, de travesseiros pisados, de lenços amassados, de madeiras quebrando.

Beijar tua nuca, roçar tuas costas, sentir tuas pernas tocando as minhas, não adiantava mais, eu queria ver teu rosto. Virei e arregacei tuas pernas, entrei no meio. Olhei pra ti, você ainda de olhos fechados, de boca aberta, pedindo pra ser beijada. Engoli tua saliva, tuas pernas se enrolaram no meu corpo. Meu membro entrou fácil nas tuas entranhas, agora éramos uma só carne. Suas unhas gravaram minhas costas, sinal de gozo, meu membro respondeu, tirando do teu corpo, e lançando a ultima estocada. Gozei, cai em teu pescoço, lambendo e me açucarando com a tua pele.

Ficamos ali, saciados momentaneamente do corpo de um e do outro. Depois nos abraçamos, e você perguntou como tinha sido a viagem...

Domingo, 22 de Junho de 2008

Ferir e Curar


É tudo um jogo, de palavras, de gestos, de ferimentos, de curas. Um dominando o outro, um cravando o espinho no corpo alheio, para vê-lo cair em seus braços, no intuito de trata-los, entre carícias e devidas ataduras. O pior é que outro sabe, sabe quem é o causador das cicatrizes, mas ele quer sair ? Nunca! Nunca ele sairá dali. Porque ? A resposta é simples, mas de difícil compreensão. Alguns podem se questionar, mas como ? Bom, é simples, ele precisa, de algum modo, ela precisa. No final, só se espera uma mentira bem contada, uma verdade não sentida, mas enfim dita. São palavras, frases que foram solicitadas a ser proferidas.

Joga-se um peão corajoso no front, e sem muita pretensão ele já faz um grande estrago. Joga-se um cavalo, assim mostrando uma pequena estratégia, enquanto se protege o rei. Assim é o sexo, jogam-se palavras, às vezes de brincadeira, e que fazem um estrago. Joga-se um beijo, mostrando já algum interesse, enquanto se tenta proteger o corpo. Contudo, não adianta mais, o fato já está se confirmando, e a cada passo, o seu jogo que no início não era jogo, se transforma em campo de batalha. Você está em guerra, mas como ? Eu nem queira. Sim, você queria, você pediu, em algum momento, mesmo que teime, negue, e se faz de pouca lembrança, você pediu, você implorou que acontecesse, até sonho!

Agora ganha! Ganha logo esse jogo, e acaba logo com isso! Mas se eu ganhar ? O que eu vou ganhar é o que quero ? Bom, como o poeta dizia, o importante não é ganhar, é ter estado na competição, é ter tido medo, é ter tido o prazer de reconhecer que você conseguiu. Tudo bem, eu consegui, eu venci. Vamos, vamos abrir essa calça, vamos, vamos tira essa calcinha. Amanhã eu estarei melhor. rs...

Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

Noite de Quarta




Depois de fechar um bar, fomos para outro, do melhor chopp para um de esquina com meia dúzia de mesas, mas enfim, era noite de quarta e eu não podia esperar muito de uma noite de quarta. Aceitei o convite dos caras mesmo por aceitar, enfim, enquanto eu tentava me manter sóbrio da conversa política do macharal ao meu redor, eu fitava uma ruiva, que festejava algo no meio de outras meninas não menos lindas do que ela. O engraçado é que enquanto eu tentava ultrapassar o limite do olhar safado e o sorriso amigável ao vamos-ao-bar-conversar, as outras amiguinhas mostravam pra que estavam ali, tentando intimidar o pobre garçom com algumas camisinhas pregadas a conta da mesa, balançando o pequeno pacotinho perto de um rosto com olhar de safada. Esse foi o sinal que mostrou que eu estava perdendo o meu tempo, naquele ar conservador, partir para o ataque era o melhor caminho.

Levantei e fui à mesa, a ruiva levantou ao mesmo tempo e nos esbarramos. Melhor impossível, ela pediu desculpas, e eu a abordei - desculpo coisa nenhuma - ela arregalou os olhos para mim, e fez um jeito de não está entendendo nada. Questionei em voz alta, se ela não tinha vergonha na cara, ela abaixou a cabeça e as meninas todas olharam pra mim já com as mãos se preparando para jogarem copos, garrafas, tudo que elas tivessem por perto. Perguntei novamente, se ela não tinha vergonha na cara. Ela retomou a consciência e rebateu, empinando o nariz perto do meu rosto - do que você tá falando, ow cara ? - Então lhe dei o cheque-mate - a senhorita não tem vergonha não ? De ser tão linda assim ? - E soltei um sorriso, ela mudou de cor. A vermelhidão do sangue que tinha lhe subido a cabeça de raiva, agora mudava para um rosto ruborizado de risos. As amigas caíram na gargalhada, enquanto eu tentava a abraçar. Nisso, ela começou a bater no meu peito dizendo: me larga seu louco! Pensei que ia me matar! risos... - Antes dela terminar a frase, eu já agarrava e respondia que ela esta totalmente certa, roubando um beijo em seu pescoço em seguida. As amigas começam a zoar do ataque, mas ela não se intimida. - Ah, não assim não viu, não é assim fácil não... E essa sua pergunta foi ridícula!


E assim foi parte da noite, uma tentativa ali, uma avançada acolá, até convidá-la a ir conhecer o hotel que eu estava hospedado. Ela respondeu como sempre: - tá louco!? Eu ir para o seu hotel ? Depois de alguns NÃOs e cotoveladas, que eu estava começando a ficar furioso e doido pra pegar aquela puta pelos cabelos, fomos pra casa dela. Chegando lá, as coisas foram bem melhores, depois de nos separarmos na estrada das amigas, ela em casa estava mais solta e aceitava as investidas com mais facilidade.


Chegar a cama foi rápido, ficar roçando meu corpo entre as pernas dela em cima da calcinha, com o jeans semi-aberto foi o começo, assim ela tomou gosto e enfiou a mão logo dentro da minha calça, procurando o causador daquele prazer que se iniciava pelo corpo. Ela tiro-o pra fora e foi de boca aberta ao encontro dele, babando o caminho todo, e aproveitando para tirar o resto do jeans que atrapalhava os seus movimentos. Na chegada, senti aquela abocanhada no meu membro, que me jogou a contrair os músculos e segurar aquela esfomeada pelos cabelos. Deixei-a a desfrutar da minha rigidez, empurrando-o contra aquela boca molhada, cheia, preenchida, onde já não havia mais ar, já não havia mais espaço entre a mucosa de sua língua e a pele de meu membro.


Fiquei naquele transe alguns minutos. Comecei a ver vultos perto da porta. Era a minha mente ou meus olhos que me enganavam ? Nem um, nem outro, era a realidade, vi um cara de cabelos grisalhos a se masturbar vendo a dona ruiva se saciar com o meu corpo. Perguntei a ela quem era, ela olha pra mim, de boca cheia, rindo e respondeu: - É o meu vizinho... Tem algum problema ? Agora eu percebia que o inocente ali era eu.


Venha Franco, sente-se aqui na cama, e veja-o comer a minha boceta, venha! – e ela se coloca de bunda arrebitada pra mim, com os braços junto a cama, e me questiona: - E aí, não vai deixar o Franco feliz ? - O velho entra devagar dentro do quarto, se aproxima e senta tímido na ponta da cama. Eu já me ajeito, e olho pra aquela carne molhada, envolta de poucos pêlos, quase nenhum, bem cuidados, de grandes lábios carnudos esperando o meu membro esticar aquela pele rosada.


Achego-me de joelhos na cama e enfio com vontade dentro dela, ela geme alto, o velho arregala os olhos, ela começa a gritar: - Come! come essa porra! mete! Anda mete logo, anda! - As palavras são como alavancas pronunciadas e executadas como reação ao comando dado. A cada palavra ressoava a minha coxa batendo na bunda dela, o meu urro e o gemido fino dela no ar.


O velhote se aproxima dela, ela, com o rosto pregado na cama, com a bunda levantada, só geme, ele, chega e pergunta, - Tá gostando Cristina ? - Ela responde com mais gemidos, aproveita pra fica de quatro, e ordena ao velhote: - Chupa meu grelo, chupa! - Ele se poe debaixo de dela, e começa a lambe-la. Vejo ela apertar os olhos, franzir o rosto de prazer, até jogar a cabeça ao ar, e começar a rebolar no meu membro, fazendo ele percorrer seu interior por completo, a desaparecer dentro do corpo dela, e reaparecer imponente, molhado, pra voltar a lhe preencher essa boca babada novamente. Nesse vai-vem rítmico, música dos amantes, dança ardente, os corpos já suavam e se cansavam de prazer e esforço.


Eu já reconhecia o jogo da ruiva safada. Queria uma competição de quem lhe dava mais prazer, e nisso ganhar o máximo dos dois. Eu já começava as minhas investidas ao outro lugar, um mais apertado, e deixar o velhote a lamber o que eu já tinha atolado. Ela, lendo meus pensamentos, saiu, deitou-se de lado, segurou meu membro e posicionou naquele buraquinho. O velhote se pôs a lambê-la mais ferozmente. Aproximei-me mais do corpo dela, apertei-lhe os seios, cheirei-lhe a nuca e comecei a entrada triunfal ao desconhecido. Alguns estalos rentes aos gemidos dela e alguns avisos entre palavras de cuidado. Pra quem estava tão louca, era estranho ela me pedi cuidado naquele momento. Mas como subordinado, segui, fui enfiando devagar até deixar por completo, até ela soltar um gemido longo, que me fez subi mais ainda o sangue e engrossar meu membro atolado dentro do corpo dela. Essa reação gerou um grito e um comentário assustado, - Aí, tá ficando mais grosso... aí....

Nisso, lembrei-me do tal velhote que da minha visão, não conseguia ver o que ele fazia entre as pernas delas, mas que com certeza, aquilo já me dava a vitória ao íntimo daquela puta.

Depois de atoladas, estocadas, o gozo. Meu membro latejando dentro do corpo dela agora se desfez em lágrimas brancas dentro dela, e enquanto ela corria para me lavar o membro com sua língua, ela mandava que o tal Franco a limpasse a bunda de meu gozo, lambendo o seu buraco rasgado de minha volúpia, assim diferenciando o vencedor do perdedor daquela noite de quarta.


Depois fiquei sabendo que o tal Franco não era vizinho e sim o tio da garota que a criou e sempre fez as vontades da moça. Ele, era quem sempre a desejava, ela, quem nunca iria lhe dá o prazer de tocar com seu membro nem mesmo as coxas. A garota tinha crescido e tomado as rédias não só da vida, mas as do tio também.

Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Palavras erradas


O sentimento de perda é incomparável. O sentir de ter feito algo errado, mesmo não sabendo ao certo o que deu errado. A sensação de se esta no início novamente, na estaca zero.


Droga, eu retrocedi.


Mas será mesmo ? A muitos que falam que é evolução, mas que porra de evolução é essa tão sofrida. Será que não há outro meio de crescer ?

Só pode ser mentira, tudo isso. Eu devo tá sonhando, na verdade um pesadelo.

Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Cama x Espelho Mágico



Ah, chegar em casa, paletó para cadeira, chutar o sapato no ar, cair no sofá e descansar depois de um dia chato! Bom, sofá é ruim, vamos para o quarto. Televisão ? Não! DVD, iii, não tem o filme que quero, programação dos canais para hoje ? Nem tem algo que se aproveite.

Eita, meu espelho, tu és minha testemunha, hoje era o dia de comer alguém, mas dá tanto trabalho, sair, beber, conhecer, conversar, conquistar...

Huumm, cadê o notebook ? Catálogo on-line, é, hoje é dia de pagar mesmo. Vejamos o cardápio, morenas, loiras, cabelos pretos, brancas, ruivas, olhos azuis, verdes, variedade é que não falta. Pô, aqui não fala da personalidade das garotas, se tem senso de humor, se é só pra meter ou pode puxar um papo legal. Ei, mas não era justamente isso que eu queria ?! Não precisar conversar, conquistar ?! Bom, era! Mas comer uma mulher pelo simples fato de meter no rabo dela, fica simples demais, entende ? Bom, vejamos o que encontramos na seção de universitárias. Essa está se formando em filosofia, bom, essa não rola, vai me questionar demais. Essa em administração, nem fode, vai querer planejar, controlar e executar a trepada. Essa é advogada, piorou, essa vai querer me limitar às posições possíveis dentro de algum livro especializado na área, e ainda por cima pode querer levar mais dinheiro por cima de alguma brecha que encontrou no nosso acordo sexual, esquece!

Bom, não vejo outra opção, contatos do celular, ou seja, passado. Vejamos, iniciaremos do A, Adriana, êpa, essa o marido já desconfiou da ultima vez, não rola. Ana Cristina, essa é boa, mas fica muito longe daqui, eu queria uma coisa mais rápida. Ana Paula, essa é show! Mas não sei porque ela tinha algum problema, vamos deixar na lista de escolhas possíveis. Beatriz, pronto essa é mais do que eu queria, nem vou olhar as outras.

Vamos ligar:

Eu: Alô ?
Beatriz: Oi ?!

Eu: Sabe que ta falando linda ?
Beatriz: Sei, mas não tô acreditando que seja você.

Eu: Pois acredite linda, sou eu mesmo.
Beatriz: Eu não estou acreditando que depois de você me deixar plantada no cinema, e eu ficar sabendo por colegas seus, que você tava com uma puta no outro lado da cidade, você ainda tem coragem de ligar para mim.

Eu: (Êpa, fudeu!)
Telefone: Tun...Tun....Tun...

É meu espelho, você que já viu tantas bundas rebolarem em cima dessa cama, é juiz das minhas tentativas de hoje, e vê que a minha sentença de hoje é a fria e larga cama do quarto. Eu vou tomar um banho frio e ir dormir. Nem todo dia é dia, às vezes chove, às vezes neva, às vezes não acontece nada.



Bom, já perceberam que eu não dormi. Fiquei olhando para o espelho e imaginando qual seria a mulher perfeita para aquele momento. Acabei constatando que seria a Beatriz. Ela é o corpo que queria ter em cima do meu membro naquela hora, além dela saber me deixar com um tesão da porra, tanto com o que ela me falava, quanto com o que me roçava a pele, o cheiro, os cabelos, a bunda... Uma visão dela já se formava naquele meu espelho parceiro de libertinagem,e claro mudo, em preto e branco, como um sonho, como uma lembrança do passado. Ela, nua, de preto, de boca quase aberta, de seios quase a mostra, é bem dela, esse "quase", quase querendo, quase me dando, quase gozando, quase me rasgando as costas com as unhas de loba depois dos trinta.

O telefone toca.

Beatriz: O que você queria comigo ?
Eu: (o que dizer nesse momento ? Direi a verdade): eu estava querendo comer alguém e o meu espelho me indicou você. (Eu não menti! rs.!)

Beatriz: O seu espelho ?! Porque eu ?
Eu: Ah, não sei. Pergunte a ele. Ele sabe mais de mim do que eu mesmo.

Beatriz: E porque você achou que eu iria lhe dá hoje ?
Eu: Eu não sabia se você iria me dá, eu só ia ligar para você. Você poderia está sozinha, querendo fugir um pouco da rotina e arejar a cabeça ou até mesmo querer dá uma trepada mesmo. rs!

Beatriz: rs... você não muda né ?!
Eu: rs...

Beatriz: Eu não sei... passe aqui em casa, quero ouvir mais sobre sua proposta, rs...
Eu: Irei nu, pra não perder mais tempo!

Beatriz: (risos do outro lado...) Venha logo...
Telefone: Tun...Tun...Tun...

Chegando lá, ela já estava na porta olhando para rua, com uma camisola preta, dando para ver claramente o bico dos seus seios, a cintura quebrada antes da calcinha fininha, cobrindo caminho precioso do meio de suas pernas.

...

Pela manhã, depois de transarmos a noite inteira, deixei-a a dormir, como de costume. Escrevi um bilhete e coloquei em cima da cama dizendo:

"O reflexo do desejo em mim ontem, era você. Essa noite eu consegui esgotar minha vontade, mas tenho a certeza que ela crescerá novamente, e a causa e culpa, é você e tua!"