O som dos fones é alto, a respiração é ofegante, o notebook em cima da cama, a porta entreaberta.
Sim, seu pai chega, vê a cena, emoções se misturam, raiva, excitação, a carne é mais forte.
A bermuda se estufa, ele não agüenta, fica de espião, a menina se retorce, contorce, a tela mostra a causa da libertinagem.
Agora são três, se próprio transgredindo, os gemidos dela, os gritos, o suor, os fluídos saindo, melada, mais rápido, gritos, gemidos, mais forte, mais prazer, mais delírio, mais nada. O tempo pára, o prazer escorre, corpos imóveis, a lucidez chega ao pai.
Ele foge, foge para a cama da mãe, não posso acreditar, sim, ela é safada, não, não é. Ela está crescendo, não, aquilo não é normal, mas que anormalidade gostosa.
Uma voz ao longe. Sim, estou agora na cama, ao lado da cúmplice dessa criação que me domina.
O que foi que houve ? - ela diz.
Só fui tomar uma água, está quente - ele responde.
Eu estou com frio, me abrace - ela pedi carinhosamente.
Claro - ele aproveita.
O que é isso ? Percebe-se porque você está quente - ela sente o há a lhe roçar a bunda.
Ele mete, mas não em sua esposa, na sua filha, sua mente está no quarto.
Hum... como está duro... - ela geme.
A mente na filha, o membro na esposa. Sim, ele está em cima da esposa, não, ele não está. Aquela bunda é da filha, mas são tão parecidas. Claro, são do mesmo sangue. São vacinadas e maiores de idade, podem abri as pernas, a bunda, para quem quiser. Não! Não podem.! Só para mim, só eu posso permitir isso. Eu tenho o controle, não, não tenho. A carne tem o controle.
Vem, vem engole para não erramos nunca mais. Batizo a tua língua com um jato.
Ela chupa, engole, se delicía.
Corpos suados, tórridos, cansados, satisfeitos, os quatro.





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