
Depois de fechar um bar, fomos para outro, do melhor chopp para um de esquina com meia dúzia de mesas, mas enfim, era noite de quarta e eu não podia esperar muito de uma noite de quarta. Aceitei o convite dos caras mesmo por aceitar, enfim, enquanto eu tentava me manter sóbrio da conversa política do macharal ao meu redor, eu fitava uma ruiva, que festejava algo no meio de outras meninas não menos lindas do que ela. O engraçado é que enquanto eu tentava ultrapassar o limite do olhar safado e o sorriso amigável ao vamos-ao-bar-conversar, as outras amiguinhas mostravam pra que estavam ali, tentando intimidar o pobre garçom com algumas camisinhas pregadas a conta da mesa, balançando o pequeno pacotinho perto de um rosto com olhar de safada. Esse foi o sinal que mostrou que eu estava perdendo o meu tempo, naquele ar conservador, partir para o ataque era o melhor caminho.
Levantei e fui à mesa, a ruiva levantou ao mesmo tempo e nos esbarramos. Melhor impossível, ela pediu desculpas, e eu a abordei - desculpo coisa nenhuma - ela arregalou os olhos para mim, e fez um jeito de não está entendendo nada. Questionei em voz alta, se ela não tinha vergonha na cara, ela abaixou a cabeça e as meninas todas olharam pra mim já com as mãos se preparando para jogarem copos, garrafas, tudo que elas tivessem por perto. Perguntei novamente, se ela não tinha vergonha na cara. Ela retomou a consciência e rebateu, empinando o nariz perto do meu rosto - do que você tá falando, ow cara ? - Então lhe dei o cheque-mate - a senhorita não tem vergonha não ? De ser tão linda assim ? - E soltei um sorriso, ela mudou de cor. A vermelhidão do sangue que tinha lhe subido a cabeça de raiva, agora mudava para um rosto ruborizado de risos. As amigas caíram na gargalhada, enquanto eu tentava a abraçar. Nisso, ela começou a bater no meu peito dizendo: me larga seu louco! Pensei que ia me matar! risos... - Antes dela terminar a frase, eu já agarrava e respondia que ela esta totalmente certa, roubando um beijo em seu pescoço em seguida. As amigas começam a zoar do ataque, mas ela não se intimida. - Ah, não assim não viu, não é assim fácil não... E essa sua pergunta foi ridícula!
E assim foi parte da noite, uma tentativa ali, uma avançada acolá, até convidá-la a ir conhecer o hotel que eu estava hospedado. Ela respondeu como sempre: - tá louco!? Eu ir para o seu hotel ? Depois de alguns NÃOs e cotoveladas, que eu estava começando a ficar furioso e doido pra pegar aquela puta pelos cabelos, fomos pra casa dela. Chegando lá, as coisas foram bem melhores, depois de nos separarmos na estrada das amigas, ela em casa estava mais solta e aceitava as investidas com mais facilidade.
Chegar a cama foi rápido, ficar roçando meu corpo entre as pernas dela em cima da calcinha, com o jeans semi-aberto foi o começo, assim ela tomou gosto e enfiou a mão logo dentro da minha calça, procurando o causador daquele prazer que se iniciava pelo corpo. Ela tiro-o pra fora e foi de boca aberta ao encontro dele, babando o caminho todo, e aproveitando para tirar o resto do jeans que atrapalhava os seus movimentos. Na chegada, senti aquela abocanhada no meu membro, que me jogou a contrair os músculos e segurar aquela esfomeada pelos cabelos. Deixei-a a desfrutar da minha rigidez, empurrando-o contra aquela boca molhada, cheia, preenchida, onde já não havia mais ar, já não havia mais espaço entre a mucosa de sua língua e a pele de meu membro.
Fiquei naquele transe alguns minutos. Comecei a ver vultos perto da porta. Era a minha mente ou meus olhos que me enganavam ? Nem um, nem outro, era a realidade, vi um cara de cabelos grisalhos a se masturbar vendo a dona ruiva se saciar com o meu corpo. Perguntei a ela quem era, ela olha pra mim, de boca cheia, rindo e respondeu: - É o meu vizinho... Tem algum problema ? Agora eu percebia que o inocente ali era eu.
Venha Franco, sente-se aqui na cama, e veja-o comer a minha boceta, venha! – e ela se coloca de bunda arrebitada pra mim, com os braços junto a cama, e me questiona: - E aí, não vai deixar o Franco feliz ? - O velho entra devagar dentro do quarto, se aproxima e senta tímido na ponta da cama. Eu já me ajeito, e olho pra aquela carne molhada, envolta de poucos pêlos, quase nenhum, bem cuidados, de grandes lábios carnudos esperando o meu membro esticar aquela pele rosada.
Achego-me de joelhos na cama e enfio com vontade dentro dela, ela geme alto, o velho arregala os olhos, ela começa a gritar: - Come! come essa porra! mete! Anda mete logo, anda! - As palavras são como alavancas pronunciadas e executadas como reação ao comando dado. A cada palavra ressoava a minha coxa batendo na bunda dela, o meu urro e o gemido fino dela no ar.
O velhote se aproxima dela, ela, com o rosto pregado na cama, com a bunda levantada, só geme, ele, chega e pergunta, - Tá gostando Cristina ? - Ela responde com mais gemidos, aproveita pra fica de quatro, e ordena ao velhote: - Chupa meu grelo, chupa! - Ele se poe debaixo de dela, e começa a lambe-la. Vejo ela apertar os olhos, franzir o rosto de prazer, até jogar a cabeça ao ar, e começar a rebolar no meu membro, fazendo ele percorrer seu interior por completo, a desaparecer dentro do corpo dela, e reaparecer imponente, molhado, pra voltar a lhe preencher essa boca babada novamente. Nesse vai-vem rítmico, música dos amantes, dança ardente, os corpos já suavam e se cansavam de prazer e esforço.
Eu já reconhecia o jogo da ruiva safada. Queria uma competição de quem lhe dava mais prazer, e nisso ganhar o máximo dos dois. Eu já começava as minhas investidas ao outro lugar, um mais apertado, e deixar o velhote a lamber o que eu já tinha atolado. Ela, lendo meus pensamentos, saiu, deitou-se de lado, segurou meu membro e posicionou naquele buraquinho. O velhote se pôs a lambê-la mais ferozmente. Aproximei-me mais do corpo dela, apertei-lhe os seios, cheirei-lhe a nuca e comecei a entrada triunfal ao desconhecido. Alguns estalos rentes aos gemidos dela e alguns avisos entre palavras de cuidado. Pra quem estava tão louca, era estranho ela me pedi cuidado naquele momento. Mas como subordinado, segui, fui enfiando devagar até deixar por completo, até ela soltar um gemido longo, que me fez subi mais ainda o sangue e engrossar meu membro atolado dentro do corpo dela. Essa reação gerou um grito e um comentário assustado, - Aí, tá ficando mais grosso... aí....
Nisso, lembrei-me do tal velhote que da minha visão, não conseguia ver o que ele fazia entre as pernas delas, mas que com certeza, aquilo já me dava a vitória ao íntimo daquela puta.
Depois de atoladas, estocadas, o gozo. Meu membro latejando dentro do corpo dela agora se desfez em lágrimas brancas dentro dela, e enquanto ela corria para me lavar o membro com sua língua, ela mandava que o tal Franco a limpasse a bunda de meu gozo, lambendo o seu buraco rasgado de minha volúpia, assim diferenciando o vencedor do perdedor daquela noite de quarta.
Depois fiquei sabendo que o tal Franco não era vizinho e sim o tio da garota que a criou e sempre fez as vontades da moça. Ele, era quem sempre a desejava, ela, quem nunca iria lhe dá o prazer de tocar com seu membro nem mesmo as coxas. A garota tinha crescido e tomado as rédias não só da vida, mas as do tio também.




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