
Espere querida, já estou virando a esquina, calma, é só mais um quarteirão. Sim, estou chegando... Sim, estou mais perto do que você pensa. Cheguei, já estou entrando... Pronto, encontrei você.
Minha mulher, minha quase esposa, minha amante de sempre. Você me aguardava nua, dengosa, sexy, totalmente ao meu dispor. Fizemos algo que particularmente eu não fazia há muito tempo. De tantos amores que fizemos, hoje trepamos, trepamos mesmo. Peguei-lhe pelos "quartos" e lhe empurrei na cabeceira, meu membro encontrou seu corpo, que se abriu ansioso, fizemos, fizemos como animais no cio. Meti em ti, como se mete numa égua, sua bunda sacudia no meu corpo e me fazia perder a respiração de tanta vontade de te meter mais ainda. Sim, viajei, estivemos fora, fora daquele quarto, fora de tudo aquilo, daquele mundo. Só havia os sons dos seus gemidos, dos líquidos fluindo entre nossas genitálias. O cheiro da tinta do quarto, já não existia mais, só o calor dos nossos corpos suados de sexo, de travesseiros pisados, de lenços amassados, de madeiras quebrando.
Beijar tua nuca, roçar tuas costas, sentir tuas pernas tocando as minhas, não adiantava mais, eu queria ver teu rosto. Virei e arregacei tuas pernas, entrei no meio. Olhei pra ti, você ainda de olhos fechados, de boca aberta, pedindo pra ser beijada. Engoli tua saliva, tuas pernas se enrolaram no meu corpo. Meu membro entrou fácil nas tuas entranhas, agora éramos uma só carne. Suas unhas gravaram minhas costas, sinal de gozo, meu membro respondeu, tirando do teu corpo, e lançando a ultima estocada. Gozei, cai em teu pescoço, lambendo e me açucarando com a tua pele.
Ficamos ali, saciados momentaneamente do corpo de um e do outro. Depois nos abraçamos, e você perguntou como tinha sido a viagem...




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